Controle de Pombos e Morcegos

O crescimento contínuo da população de pombos e morcegos nos centros urbanos vem causando danos à população e é considerada hoje como uma calamidade sanitária em todo mundo. O grande número dessas aves na cidade se explica pela fácil adaptação dos mesmos. Nesses lugares, as aves não possuem inimigos naturais como gaviões e podem se alimentar de qualquer tipo de alimento oferecido pelo homem, além de ter ao alcance várias possibilidades de abrigos. O maior problema acarretado está na saúde pública. As aves são hospedeiras demais de 50 espécies de ectoparasitas responsáveis por várias doenças, entre elas, alergias e dermatites. Essas aves podem transmitir também, mais de 60 enfermidades contagiosas aos seres humanos e animais.

Altamente ácidas, as fezes dos pombos são responsáveis por danificar materiais como madeira, vigas de telhados, forros, pintura de carros e monumentos históricos. Como pombos e morcegos não podem ser abatidos o controle é de apenas para repelência, ou seja, deve-se afastar as aves da área e nunca matá-las, que pode ser feito por métodos físicos. Instalação de barreiras que impeçam o pouso da ave, como alinhamento de fios, espículas ou telamento, ou ainda, por método químico, com uso de gel ou pastilhas repelentes, que não matam, mas não são suportados pelos animais.

METODOLOGIA DE CONTROLE

 APLICAÇÃO DE GEL REPELENTE ATÓXICO

As aves e morcegos pousam no local aplicado, sentem aderência em suas patas o que causa grande desconforto, alarmando a sensação de perigo às outras aves e morcegos, afugentando-as.

Quando uma ave se aproxima e pousa sobre a superfície tratada, não sente nada até que faça um movimento e é então que se alarma ao sentir que seus pés encontram-se colados. A ave rapidamente voa e envia um aviso de alerta às outras aves, advertindo-as a­ ficarem afastadas.